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1.1Presa-Predador.
Duas espécies convivem em um ambiente isolado, como uma floresta
temperada: as presas são animais herbívoros, para os quais há fartura
de alimento e espaço na floresta. Nessas condições, a tendência é de
que a taxa de crescimento da população de presas seja proporcional à
população. Porém, a taxa de crescimento contém um outro termo, que
resulta da presença da outra espécie, os predadores, carnívoros cuja
presença causa redução da população de presas, de forma proporcional
a ambas as populações. Por outro lado, analisando a população de
predadores, havendo fartura de presas a taxa de crescimento
populacional de predadores é positiva e proporcional a ambas as
populações; por si sós, predadores sofrem com inanição e competem
entre si, de modo que há uma diminuição da população se esta
população for deixada sozinha na floresta.
Uma forma de exibir a evolução do problema é colocar, em cada eixo,
o valor momentâneo de exemplares de cada população.
Para ter um panorama da evolução do problema, há que se acompanhar
alguns ciclos (considere aqui pelo menos 5 ciclos completos) em
que a população de uma espécie aumenta depois de vir diminuindo,
por exemplo.
A condição de sazonalidade deve ser inserida para representar,
por exemplo, a diminuição de vegetação decorrente das estações do
ano. Ou seja, o coeficiente que está relacionado com o aumento
populacional das presas flutua até metade de seu valor, valendo no
máximo o inicial (“no verão”) e, no mínimo, metade (“no inverno”).